Como buscar insights na busca pela inovação? Mais um guia…

Para os que acreditam que para ter seu produto ou serviço percebido como a tal inovação, segue um bom guia de ferramentas de como aplicar tools do design thinking nesta jornada.

http://dschool.typepad.com/files/bootcampbootleg2010.pdf

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Design Thinking, Startups, Incubadoras, Geeks e Investidores #designthinking #startups @hackfwd #bmgen

Geeks de tecnologia, interagindo em ambiente feito para eles poderem evoluir suas idéias, usando infraestrutura e serviços de qualidade com viés de sustentabilidade, inovação e lucrativade ?

 

O sujeito com estilo de surfista (em pé) é o  Tom Thulme da IDEO (turma de design thinking) e agora faz é um cara de referência da hackfwd (http://hackfwd.com/) também.

Realmente não é no Brasil, tampouco no vale do silício! Fica na Europa mesmo!  

Quem eles são ?

Pois é, com um modelo de serviço pensado sob os pilares do Design Thinking, o human centered design aqui, focou nos geeks de tecnologia (eles são humanos sim!!) ávidos por startar suas idéias em um ecossistema propício para “Dar certo” ou “Dar errado logo” !!

E ao invés de encontrar pessoas que conhecem gestão, finanças, marketing de uma perspectiva da old school – normalmente longe do universo de tecnologia-  eles encontram EMPREENDEDORES DE TECNOLOGIA EXPERIENTES

Segue um vídeo de como as coisas funcionam por lá:

Regras do Jogo
Interessante notar que as “regras do jogo” são colocadas de forma de clara.

Quer ver o contrato? The Geek Agreement :

Quer saber os caminhos que sua startup vai percorrer ? 

Quando vi o post do Tim Brown (http://designthinking.ideo.com/?p=469)  fiquei de fato imerso em meus pensamentos envolvendo startups, tecnologia, business model, visual thinking e design thinking!

Desde quando tomei contato com a Business Model Innovation (hoje Business Model Generation) senti que falta algo no ambiente de incubadoras de empresas que se propõe a fazer das pequenas empresas de tecnologia verdadeiras startups!!

Não sou profundo conhecedor dos ambientes de incubadoras (conheci algumas como Softex Campinas e Incamp) mas acredito que não tenhamos algo assim no Brasil. Apesar dos grandes esfoços de meu amigo Bacarelli (http://www.gestratum.com.br/)  na Softex de Campinas, utilizando o Business Model Canvas do Osterwalder, os grandes benefícios de se pensar visualmente e viver experiências de empatia com cliente, co-criação e prototipação, que libertam as mentes para a captura de insights e geração de idéias não são ao menos cogitados.

Qual é o problema ?

Falta de recursos, incredulidade, falta de tangibilidade de resultados, pré-conceito, para citar algumas. 

Fico pensando, quem está na frente destas instituições todas – reparem estou falando de todas – incubadoras e principalmente as que exigiriam menor burocracia como as empresas de captital semente, venture capital e private equity, que não estão vendo o que acontece mundo afora ? 

Se o caminho é o clichê: “É preciso inovar para sobreviver “, não adianta querer que os “meninos” provem que tem um boa uma idéia, oferecer uns trocados, tomar a direção e pegar 25%. 

Tem que fomentar e expandir o que é trazido com as ferramentas apropriadas para cada fase. Não adianta exigir business plan com forecasts acertados a marretada.

Parece haver um GAP não suprido, seja por incubadoras, investidores anjos, sementes e venture capital. 

Nas duas situações, o empreendedor tem que vir com a idéia praticamente pronta. 

Respondendo a minha pergunta incial : Eu já imaginei !!